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Estratégia da DNDi
Estratégia da DNDi na América Latina


Estratégia da DNDi

Para a doença de Chagas, a  DNDi  tem um Perfil de Produto-Alvo para um tratamento oral eficaz e mais seguro para a forma crônica da Doença, idealmente também eficaz contra a forma mais grave.

Dependendo da eficácia e os resultados de segurança, um tratamento de combinação pode ser considerado para otimizar a utilização de cada componente, reduzindo a duração do tratamento e, possivelmente, melhorar a tolerância de cada um.

A DNDi também apoia o desenvolvimento de biomarcadores para melhorar a compreensão da patologia da doença, facilitar o desenvolvimento de ferramentas de diagnóstico e desenvolvimento de medicamentos de apoio.

Até 2018, a DNDi pretende registrar um novo medicamento e disponibilizar os seguintes tratamentos, a partir de seu portfólio para doença de Chagas.

Estratégia da DNDi na América Latina

Fexinidazol Fase II, Prova de Conceito
O Estudo de Fase II, prova de conceito, do fexinidazol, uma nova entidade química, tem como objetivo determinar se pelo menos um dos seis regimes de dosagem de administração oral do fexinidazol é mais eficaz do que o placebo em indivíduos com doença de Chagas indeterminada crônica, por meio da determinação do número de pacientes que se convertem de positivo para negativo, em resultados qualitativos de PCR (3 resultados negativos de PCR ) no final do tratamento e sustentar folga parasitológico aos 6 meses de follow-up.

Avaliação de Dose – Benznidazol

De acordo com os resultados do estudo do E1224 terminado em novembro de 2013 na Bolívia, DNDi decidiu não continuar a estudar o composto como monoterapia. As valiosas informações sobre a doença de Chagas obtidos, contudo, no tratamento de pacientes na fase crônica da doença geraram a possibilidade de uma nova abordagem dentro da estratégia de curto prazo de avaliar a melhora do tratamento atual.  O estudo tem como objetivo avaliar a melhor combinação de dose, frequência de dosagem e duração do tratamento de benznidazol contra a doença de Chagas crônica indeterminada. Isto permitirá maior segurança, tolerabilidade e adesão ao tratamento, sustentando a mesma eficácia comparada ao atual regime.

Segunda fonte do medicamento atual:  benznidazol

Dentro da estratégia de acesso na região, um acordo com a farmacêutica ELEA da Argentina foi assinado pela DNDi com o objetivo de garantir uma segunda fonte da formulação pediátrica do benzidazol. A parceria engloba um estudo de bioequivalência com o Abarax, produzido no país.

Investigação de novas moléculas na América Latina

O programa de Otimização de Compostos Líderes na América Latina (LOLA , na sigla em inglês), é uma parceria com a Universidade de Campinas (UNICAM P) com a finalidade é alimentar o  portfólio de projetos na região, gerando novos candidatos a medicamentos, notadamente para a doença de Chagas e as leishmanioses.

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