Reunião da Plataforma de Pesquisa em Chagas

[Buenos Aires, Argentina 26 e 27 de Agosto, 2015]

Reunião da Plataforma de Pesquisa Clínica em Doença de Chagas


Buenos Aires, Argentina

A Reunião da Plataforma Chagas 2015 será realizada nos dias 26 e 27 de Agosto em Buenos Aires, Argentina.

O Encontro é uma oportunidade para apresentar os resultados dos estudos clínicos e pré-clínicos em Chagas, assim como de debater sobre os desafios que se apresentam ao tratamento desta doença e realizar um exercício reflexivo sobre a contribuição da Plataforma Chagas para a Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) nos próximos anos. O formato das apresentações busca permitir uma abordagem inovadora que facilite o intercâmbio entre os participantes.

No dia 27, será realizada a Reunião Plenária, contendo atualizações sobre estudos clínicos e pré-clínicos em curso atualmente e apresentações sobre temas de acesso e inovação para os pacientes. No dia anterior serão realizados diferentes workshops sobre Chagas.

PROGRAMA

WORKSHOPS

Workshop 1 – Aspectos sociais da doença de Chagas I: Estratégias de difusão de Conhecimento sobre a doença de Chagas.
Coordenador: Programa Nacional de Chagas Data: Quarta-feira, 26; das 8h às 12h (4 horas).

Workshop 2 – Aspectos sociais da doença de Chagas II: Determinantes Sociais para a doença de  Chagas
Coordenador: Mariana Sanmartino  Data: Quarta-feira, 26; das 14h às 18h (4 horas)

 

AGENDA DA REUNIÃO PLENÁRIA

Apresentação dos Objetivos da Reunião Anual da Plataforma de Pesquisa em Chagas. (Sergio Sosa Estani, Isabela Ribeiro)

Sessão temática 1 – Conclusões da Reunião do Grupo NHEPACHA. (Grupo NHEPACHA)

Sessão temática 2 – Apresentação das conclusões do Workshop de Aspectos sociais em Chagas (Estratégias de difusão de conhecimento e Determinantes Sociais). (Cynthia Spillman, Mariana Sanmartino)

Mesa de discussão 1

Enfoque Biomédico em uma Nova Era para a Doença de Chagas. (Carlos Manuel Lopez)

Revisão do panorama global atual em descoberta/preclínico. (Eric Chatelain)

Novas drogas e esquemas de tratamentos frente ao T. cruzi. (Isabela Ribeiro)

Dados atuais sobre o desenvolvimento de vacinas contra Chagas. (Ricardo Grazinelli)

Mesa de discussão 2

Conceitualizando o futuro da Doença de Chagas (João Pintos Dias)

O conhecimento atual da farmacocinética de drogas frente ao T. cruzi. (Facundo García Bournissen)

Patogêneses da Doença de Chagas: o que esperar da eficácia de um tratamento? Cronicidade da doença? Abordagem da dualidade infecção-doença. (Joaquín Gascón)

Como melhorar o acesso aos medicamentos necessários para o controle da doença de Chagas: medidas a serem tomadas e futuras perspectivas. (Roberto Salvatella – OPS)

No centro de nossa ação – apresentação de testemunhos de pessoas afetadas pela Doença de Chagas.

Sessão Plenária – Target Product Profile. Tratamento/Métodos de Diagnóstico e monitoramento de resposta terapêutica para uso no local de atenção. (Sergio Sosa Estani)

Painel  R&D – Novas evidencias e perspectivas de estudos clínicos e pré-clínicos em Chagas:

Novos métodos pré-clínicos de avaliação de atividade anti-tripanocida (bioluminiscencia). (Amanda Fortes Francisco)

Resultados do estudo de tratamento com benznidazol administrado de forma intermitente. (Rodolfo Viotti)

Estudo de Fase 2 com Fexinidazol para o Tratamento de Pacientes Adultos com Doença de Chagas Crónica Indeterminada. (Faustino Torrico)

Acompanhamento de uma população de menores com Chagas Assintomático tratados com Nifurtimox na Colômbia. (Hector Freilij)

Resultados do estudo TRAENA (Adelina Riarte)

Estudo Multi-céntro de Nifurtimox (Bayer) (Jaime Altcheh)

Revisão Sistemática e Meta-análise do Padrão de resposta de Marcadores Imunoserológicos e Parasitológicos moleculares ao tratamento com tripanocidas. (Yanina Sguassero) 

Painel de Acesso – “Priorização do diagnóstico e tratamento da Doença de Chagas”. Como unir esforços em torno de um roteiro em comum?  O papel da Coalização Chagas liderando uma aliança para apoiar os atores responsáveis a aumentar o acesso ao diagnóstico e tratamento tanto em países endêmicos como não endêmicos.

Encerramento – conclusões