Doença de Chagas

 

Leishmaniose

A doença de Chagas é endêmica em 21 países da América Latina e mata mais pessoas na região do que qualquer outra doença parasitária, incluindo a malária. No total, 70 milhões de pessoas estão em risco em todo o mundo e o número de pacientes está crescendo em países não-endêmicos como Estados Unidos, Austrália e Europa. A doença é transmitida por um inseto conhecido como “barbeiro” e, sem tratamento, pode ser fatal. 
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Mais de 1 bilhão de pessoas estão em risco de contrair leishmaniose no mundo. O parasita que causa a infecção é chamado Leishmania e é transmitido por mosquitos. A leishmaniose é uma doença associada à pobreza com várias formas diferentes: a leismaniose visceral, que é fatal sem tratamento, e a leishmaniose cutânea são as mais comuns. Os tratamentos existentes são difíceis de administrar, tóxicos e caros. A resistência ao medicamento também é um problema crescente.
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Hepatite C

 

Doença do sono

Em 2015, 71 milhões de pessoas viviam com infecção crônica por hepatite C (HCV), que causa inflamações no fígado. O HCV existe em seis genótipos e a maioria dos esforços globais de pesquisa e desenvolvimento estão focados em genótipos prevalentes em países de alta renda, negligenciando outros que infectam a maioria (72%) de pacientes em países de renda baixa e média (LMICs). A concorrência entre empresas tem dificultado o desenvolvimento de combinações pan-genotípicas essenciais para a saúde pública. Os medicamentos mais novos, os Antivirais de Ação Direta, são muito caros e quase metade dos pacientes com HCV no mundo vivem em LMICs excluídos dos atuais acordos de licenciamento.
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  A doença do sono é endêmica em 36 países africanos e cerca de 10.8 milhões de pessoas estão em risco médio a alto de serem infectadas. A doença do sono é transmitida pela mosca tsé-tsé e é fatal sem tratamento. Até 2009, os tratamentos existentes para a fase 2 da doença eram tóxicos ou difíceis de administrar. Em 2009, a DNDi e seus parceiros lançaram o primeiro novo tratamento para a doença do sono em 25 anos.
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HIV Pediátrico

 

Filarioses

Atualmente existem 36,7 milhões de pessoas vivendo com HIV/AIDS em todo o mundo. Este número inclui 2,1 milhões de crianças com menos de 15 anos de idade, a esmagadora maioria das quais vive na África subsaariana. Os bebês adquirem o vírus antes, durante ou após o nascimento e, sem acesso ao tratamento, metade deles morre antes do segundo aniversário.
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As filarioses, como a filariose linfática (elefantíase), a oncocercose (cegueira dos rios) e a loíase (loa loa), causam doenças crônicas e problemas de saúde ao longo da vida, levando a um grande sofrimento e estigmatização social. Por 20 anos, a estratégia para controlar doenças filariais dirigida pela OMS foi baseada em programas de administração em massa de medicamentos (MDA), como a ivermectina. No entanto, os tratamentos atuais visam eliminar microfilárias (microfilaricida) e precisam ser repetidos: por 10 a 15 anos no caso da oncocercose. Há uma necessidade médica insatisfeita por um medicamento que seja capaz de matar os vermes adultos (macrofilaricida). 
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Micetoma

 

Malária

Micetoma é caracterizado por deformidades devastadoras, deficiência e alta morbidade. Provoca estigma e tem um impacto socioeconômico seriamente negativo sobre os afetados. A forma exata de infecção é desconhecida. Embora o micetoma seja endêmico em muitas regiões tropicais e subtropicais, há poucos dados sobre incidência e prevalência.
O tratamento para o eumicetoma, a forma fúngica da doença, requer ciclos prolongados de antifúngicos ineficazes, proibitivamente caros e com sérios efeitos colaterais, seguido de cirurgia extensa e muitas vezes destrutiva (amputação).
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  A malária mata uma criança a cada 1 minuto na África subsaariana e é a principal causa parasitária de morbidade e mortalidade em todo o mundo. 3,2 bilhões de pessoas estão em risco e, embora tratamentos eficazes existam, eles têm sérias limitações, incluindo a resistência ao medicamento. A DNDi e seus parceiros desenvolveram dois tratamentos baratos, eficazes e adaptados ao campo.
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